segunda-feira, 2 de novembro de 2009

É pé sujo, mas é bom

Um domingo qualquer na capital federal... o sol não estava tão bom que desse pra ir ao clube, e nem o dia tão fechado que merecesse uma sessão de seriado e edredom... A Lu em Pipa, na praia, caipirinhas e o sol rachando...


Bom, levei o Vinícius pra andar de Skate no setor bancário. Eu não tenho noção de como andar naquele negócio, não consigo nem ficar em pé em cima de um skate, mas lá, no Setor Bancário, sempre tem um monte de skatistas que, eu imaginei, poderiam ajudar o vi em alguma coisa... Não. Só tinham alguns mendigos e os seguranças dos prédios, mas deu pra ele brincar um pouco até a hora do almoço.


O termo “Almoço de domingo” pra algumas pessoas remete imediatamente a uma macarronada feita pela mãe, um almoço em família ou algo que o valha, mas pra mim almoço de domingo significa “uma cervejinha no Beirute”.
Mas, não foi dessa vez. Ligamos para meu primo Fred e decidimos nos encontrar no Mané das Codornas. Buteco pé sujo que invade o espaço de uma avicultura e é especializado em codornas. Fica na QE 17 do Guará II. Cerveja Original trincando de gelada e uma porção de batata frita com queijo pra aquietar as lombrigas enquanto não resolvemos almoçar. Depois de muito papos e lembranças de coisas que aconteceram há mais tempo do que eu queria, pedimos a especialidade da casa: Codorna.


O prato é composto de uma codorna inteira, frita e farofa de ovos. É estranho, eu diria que até perturbador, devorar um animal inteiro, quando ele não é um camarão. E o ritual é uma coisa meio selvagem por que não adiante tentar usar talheres. O lance é mesmo pegar a codorninha com as mãos, ir separando as partes e mandar ver. Os ossinhos são tão finos e ficam tão fritinhos que a gente devora eles também... A carne do peito é maravilhosa e a farofa de ovos merecia um post a parte, tão gostosa que é. O prato custa R$12,00 e vale muito.
O lugar é butecão, daqueles que a gente pode beber bastante, falar alto e até fumar. E comida de buteco, você sabe, tem lá um mistério que faz ficar deliciosa!!
Pagamos a conta (cartão, não aceita cheques) e viemos pra casa assistir ao jogo do Palmeiras x Corínthians, com mais algumas cervejinhas, em nome dos velhos tempos!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Comida pra ficar feliz!!!

Empolgadas com o “lançamento” do blog e na agonia de completar 3 posts interessantes para poder então divulgar para nossos amigos, procuramos mais um lugar legal para almoçar hoje.
A busca, como sempre, começou com um telefonema:

Ju: E ae? Vai almoçar aqui?
Lu: Não sei, acho que sim. (Por que os librianos nunca têm certeza de nada? É sempre: “acho que sim”, “pode ser”, “é uma”...)
Ju: Vamos procurar um lugar legal? O que você quer comer?
Lu: Sei lá (olha aí... de novo!!!!) Algo com que eu fique feliz...
Ju: Beleza, vamos procurar no oráculo (quero comer). Você viu que creditaram a diferença do visa-vale, né?
Antes de procurar as promoções, fui ver quanto tinham creditado no visa-vale, e acabei descobrindo que quem tem visa-vale tem desconto em vários sites tipo Sacks, Polishop e outros. Fica a dica. Olhem o site.

Depois de convencer a Ju que ela não precisa desesperadamente comprar uma Notebook Table (que possui 4 saídas USB, leds coloridos, e 27 diferentes posições, e ainda vem com umas caixinhas de som inteiramente grátis), nos desvencilhamos do site da Polishop e conseguimos olhar o “quero comer”. Resolvemos então ir ao restaurante Ilê, que fica na 209 sul.
Tá, a quadra é uma das mais movimentadas de Brasília, melhor estacionar na residencial, mas vale a pena, o restaurante é bem arrumadinho.
Especializado em frutos do mar, com o preço bem acessível e com dicas de harmonização de vinhos no cardápio,  o restaurante tinha algumas promoções de cupom no “quero comer”. Ficamos em dúvida entre o escondidinho de lagosta (que com o cupom de fica R$22,40) ou a entrada+ prato principal por R$ 28,80. Como somos incapazes de não sentir inveja do prato alheio, optamos, as duas, pela segunda opção. A entrada, elegantemente descrita como: Mexilhões na manteiga de scargot servidas com torradas quentinhas, era bem gostosinha, coisa fina..um luxo, meu amor! E o prato principal era Camarão na Moranga com catupiry e arroz de coco. Apresentação nota 10, com direito até a uma florzinha no arroz. O arroz, apesar de ser de coco, era um simples arroz. E tudo bem ele ser mero coadjuvante, afinal de contas a maior estrela era o Camarão na Moranga...e que estrela!! Muito bom mesmo, bem servido, tempero delicioso, e camarões grandes e suculentos! A Ju até soltou a pérola: "Acho que vou ter que cortar esse camarão, ele é muito grande!"
Não pedimos sobremesa por uma questão de espaço mesmo. Não cabia mais. Só mesmo o cafezinho (R$3,00), que veio... com TORRÕES DE AÇÚCAR! Isso mesmo, igualzinho àqueles dos desenhos animados. Depois de tomarmos o café, rindo como duas imbecis, fazendo a pergunta clássica: "Quantos torrões, senhora?", e nos divertindo com gotinha que sobe do café com a queda do torrão pedimos a conta. Discutimos ainda como os restaurantes tiram a diferença da grana nas bebidas, cobrando R$3,80 em uma lata de Shweppes, incrível! Pagamos com Visa Vale, recebemos  um cartão fidelidade (oba! vamos voltar!) e fomos embora, como sempre rindo e falando a famosa bobeira de depois do almoço, mas isso é assunto para outro post...

Sobre telefones e peixes

Ontem dia começou com muitas ligações. Eu por que passo o dia inteiro no telefone mesmo e a Lu ligando para todos os médicos da lista de credenciados do nosso plano de saúde querendo marcar uma consulta. Quando ela decidiu que não queria mais saber de telefone, lembrou do seu aparelho de celular. Ela comprou o aparelho em julho e menos de uma semana depois o diacho do telefone já tava dando dor de cabeça. A bateria não durava nem a metade de um dia e a solução foi levar o bicho pra assistência técnica. Pois bem, eis que estamos em outubro e até hoje a Lu não conseguiu recuperar seu telefone. Resolvemos então, ir buscá-lo, até porque, era uma ótima desculpa pra gente poder “almoçar fora”.
Decidimos ir ao Peixe na Rede na 309 norte, mas antes passamos na assistência técnica.
Várias pessoas amontoadas num cubículo quente e barulhento, todas segurando um papelzinho com um número de senha e uma cara amarrada. Um único funcionário atendendo a passos de cágado...
Ah, quer saber?? Vamos logo comer! Ficou sem o telefone até hoje, não faz tanta diferença assim!
Enfim, Peixe na Rede é um restaurante especializado em Tilápia, que além de ser um peixe muito gostoso é extremamente saudável, conforme informado no papel que forra a mesa. (Uma porção de 100 gramas de Tilápia tem 72 calorias contra 192 na mesma porção de carne bovina). Além de servir no restaurante, eles também vendem pratos prontos congelados por um preço bastante acessível e você ainda pode levar o seu Pirex se quiser dar uma festa em casa, por exemplo, e eles preparam o prato pra você! A quadra é muito movimentada e meio difícil de estacionar, e como ultimamente em Brasília o Batalhão de Trânsito resolveu encher as quadras comerciais de cones e multas, a coisa ficou ainda mais complicada... mas, se você não tem preguiça, dá pra estacionar um pouquinho distante ou se você tem paciência e tempo, aguardar por uma vaga.
Eu pedi um filé de tilápia com shitake e cebola com mel por R$22,00. O prato dá direito a dois acompanhamentos. Escolhi arroz com brócolis e salada. Já a Lu optou pelo sanduíche de filé de tilápia no pão francês com alface, tomate, cebola, aceto balsâmico e molho de alcaparras por R$9,00. O prato é muito bem servido, gostoso e bonito. O sanduíche é pequeno (pra quem está acostumada com o Mineiro, mas isso será contado em uma outra oportunidade) e a apresentação não é muito boa. Um sanduíche e pronto. Bebemos suco (R$3,60) e dispensamos o café. O restaurante aceita Visa Vale!
Na volta pra casa, arrisquei de novo a minha vida com a Luciana incrivelmente inspirada no volante! Bateu uma onda de barbeirice ali, que vou te contar... caminhos errados, estacionamentos impossíveis, a capacidade de escolher o motorista mais roda-presa da face da terra pra poder ficar atrás e a clássica exclamação ao ver o pára-brisa salpicado de muitas gotas: “isso aqui é chuva?”.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Um almoço de primeira numa segunda!

Segunda-feira é sempre um dia difícil, depois de uma mega bebedeira com direito a amnésia então, ela fica ainda mais difícil.
São tantas as promessas de segunda: “vou parar de beber!”, “vou mudar de vida”, “vou fazer uma dieta”, “vou entrar numa academia!”, promessas e decisões que quase nunca são cumpridas.
Ontem, resolvemos almoçar para conversar sobre a vida – como se a gente já não conversasse sobre a vida o dia inteiro né? – começamos então a procurar um lugar bacana para isso. Na verdade, o que a gente queria era conversar sobre o final de semana e tentar lembrar alguma coisa do que aconteceu no tal churrasco que foi apagado das nossas mentes.
Abrimos, como sempre, o site www.querocomer.com.br e iniciamos a busca. Descobrimos que a maioria das promoções só ocorre de terça a domingo. Será por que não tem público na segunda? Será que os donos dos lugares também estão de mau humor na segunda? Ou será que os cozinheiros não gostam da segunda? Enfim, achamos o Parrilla Madrid, com uma promoção legal.
O restaurante fica na 408 sul. A quadra não é muito movimentada e é possível estacionar, nem que seja um pouquinho mais distante.
Não tinha ninguém no restaurante, o que nos proporcionou um atendimento – digamos – exclusivo. E muito bom. O local é bem bacana, arrumadinho com cara de restaurante de novela das 8, tocando uma bossa nova e tal...
Nem olhamos o cardápio. Já pedimos logo a promoção, que se tratava de uma entrada e um prato principal por R$ 35,70.
A entrada era uma salada de alface americano, morango, manga, chicória, mostarda e mel, bem gostosa, e chegou muito rápido.
O prato principal era Picanha Premium (bife de tira – 300g), arroz parrilleiro e batatas bravas. Tudo delicioso. A picanha ao ponto, mega suculenta! O arroz é como se fosse um arroz biro-biro, com uns pedacinhos de bacon, cheiro verde e batata palha e as batatas bravas que são batatas douradas e um molhozinho de pimenta bem gostoso que vem a parte (que é bom pra quem não gosta muito de pimenta).
Comemos às gargalhadas lembrando – ou tentando lembrar – do final de semana. Fomos muito bem servidas e a comida agradou demais.
Bebemos Schweps Citrus (R$ 3,80) e finalizamos com um café expresso (R$3,20).
A sobremesa a gente achou melhor deixar pra lá... sabe como é, segunda feira é dia de começar a fazer dieta!!!